ECOS MAGAZINE
THURSDAY, 05 JANUARY 2012.
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Estudos
publicados revelam que a elevação da concentração de dióxido de carbono (CO2)
pode causar a morte e danos aos órgãos de peixes muito jovens.
Os
oceanos funcionam como esponjas de carbono, absorvendo CO2 da atmosfera para a
água. À medida que o CO2 se mistura com
a água, forma ácido carbônico (H2CO3) tornando assim a água mais ácida.
A
queda no pH remove calcita e aragonite – minerais essenciais para o carbonato
do esqueleto e para a formação da casca de muitas espécies aquáticas.
Isto
pode significar que os corais, algas, crustáceos e moluscos têm dificuldade em
formar esqueletos.
Atualmente,
os níveis atmosféricos de CO2 apresentam uma quantidade de 380 partes por
milhão e são esperados um aumento para aproximadamente 800 ppm ao longo do século, se as emissões não apresentarem queda.
No
entanto, muitos cientistas têm sugerido que a acidificação não seria problemática
para peixes marinhos, porque eles não têm exoesqueletos e os adultos possuem
mecanismos que lhes permitem tolerar altas concentrações de CO2.
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