Pular para o conteúdo principal

Fusão nuclear e Radioatividade - Exercícios de Fixação da Aprendizagem


http://www.inovacaotecnologica.com.br
Em busca de uma alternativa para a matriz energética mundial, muitos cientistas acreditam que só a energia das estrelas pode representar um passo decisivo para a humanidade.
Às voltas com a sujeira e os riscos causados pela fissão nuclear, ainda debatendo se os biocombustíveis valem a pena ou não, o mundo se vê às voltas com uma matriz essencialmente baseada no petróleo e seus parentes próximos, o carvão e o gás natural.
Para achar uma saída desse beco, as duas únicas tecnologias com potencial disruptivo são a fotossíntese artificial e a fusão nuclear.
Os experimentos com folhas artificiais estão apenas começando. Mas o homem sonha em domar a fusão nuclear desde que Hans Bethe explicou de onde as estrelas tiravam tanta energia.
Tentativas de produzir a fusão nuclear
A primeira tentativa de produzir a fusão nuclear na Terra não é de boa lembrança: em 1º de Novembro de 1952, os Estados Unidos usaram uma bomba similar à usada em Hiroshima apenas para dar a ignição na primeira bomba de hidrogênio. Funcionou, mas a coisa se mostrou tão perigosamente descontrolada que o projeto foi deixado de lado.
O recorde mundial de fusão nuclear hoje pertence ao reator tokamak do JET (Joint European Torus), no Reino Unido. Com 15 metros de diâmetro e 12 metros de altura, ele consumiu 20 MW para produzir 16 MW - mas a fusão nuclear se sustentou por menos de 10 segundos.
Hoje, todos os esforços para bater esse recorde e gerar energia são pacíficos - ao menos os que se conhece. E os projetos de fusão nuclear não são mais exclusividade dos governos e suas universidades: já há empresas privadas trabalhando na área.
Para continuar lendo a matéria click no link abaixo:
Fusão nuclear: sonho da energia das estrelas continua brilhando:


Química Ensinada recomenda também a leitura do seguinte texto: Fusão nuclear desafia cientistas.
O texto pode ser visualizado no site abaixo:
http://atomico.no.sapo.pt/06_02.html





Atividades de Fixação da aprendizagem:

Questões:

Segundo o texto, "Fusão Nuclear desafia os cientistas", responda:


1. Quais são as principais fontes de energia utilizadas atualmente?


2. Construa uma tabela indicando as fontes de energia apresentadas no texto "Fusão nuclear desafia os Cientistas" suas vantagens e desvantagens.


3. Construa um texto, relatando quais são as alternativas apresentadas para o suprimento de energia no futuro. E faça a citação de quais são economicamente viáveis.  (Texto de no mínimo 15 linhas).


4. Se o átomo de Urânio (A=235 e Z=92) emitir, sucessivamente, 2 partículas alfa e 4 partículas beta, qual será o número atômico e o de massa do átomo resultante (filho).


5. Questão ENEM 2000.



































Um grande Abraço pessoal e caso gostaram do post, favor curtir no ícone abaixo!
Prof° Ronaldo

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diferença entre benzil e fenil.

Na química orgânica, o fenil é um radical derivado de um anel aromático, o benzeno. Possui a fórmula -C6H5 É altamente estável e um de seus compostos mais simples se dá quando associado à uma hidroxila, formando o fenol. O fenil difere do benzil, outro radical derivado de anel aromático, apenas por um radical metileno. Radical Fenil: Na química orgânica, benzil , benzila ou benzilo é o termo dado a um substituinte ou íon derivado de um composto aromático, o tolueno. Possui a fórmula C6H5CH2, e pode ser obtido removendo um átomo de hidrogênio inicialmente ligado ao carbono não-aromático (do grupo metila) do tolueno.. O benzil é comumente confundido com o fenil, porém difere deste pois está ligado ainda a um metileno (CH2). Não deve, também, ser confundido com o benzoílo. Analogamente, não deve ser confundido com o toluil, que são os três radicais obtidos pela remoção da hidroxila dos isômeros do ácido toluico. Um abraço pessoal!

Multiplique seu dinheiro - Faça sabão sem soda

Propan-1,2,3-triol ou Glicerol

Glicerol ou propan-1, 2,3-triol - é um composto orgânico pertencente à função álcool. É líquido à temperatura ambiente ( 25 °C ), higroscópico, inodoro, viscoso e de sabor adocicado. Sinônimos: glicerina (produto comercial, com pureza acima de 95%), trihidroxipropano, glicilálcool, gliceril. O glicerol está presente em todos os óleos e gorduras de origem animal e vegetal (na natureza em vegetais como, soja, pinhão manso, dendê, coco, algodão, palma, babaçu, girassol, etc), em sua forma combinada, ou seja, ligado a ácidos graxos tais como o ácido esteárico, oléico, palmítico e láurico para formar a molécula de triacilglicerol. O glicerol foi descoberto por Scheele em 1779 que o extraiu de uma mistura aquecida de litargírio 1 e azeite de oliva. Atualmente, o glicerol possui ampla aplicação industrial, com destaque na fabricação de resinas sintéticas, gomas de éster, remédios, cosméticos, pastas de dentes. Conforme, D’Aurea 2 : A glicerina vem sendo obtida a p...