sexta-feira, 24 de maio de 2013

REPASSANDO - QUIMICA DO CROMO HEXAVALENTE EM SOLUÇÃO AQUOSA


Este vídeo explora uma reação muito usada no ensino médio, técnico e superior. Vamos dar uma repassada ainda mais que a série de cores que se desenrola é muito marcante e bonita. A descrição da série de reações e procedimentos é feita no próprio vídeo, aqui vamos dar as reações em sequência:

- Conversão cromato - dicromato (amarelo para laranja) ao se acidificar a solução inicial com ácido forte:
2 [CrO4]2- + 2 H+ = [Cr2O7]2- + H2O
O HCl (ácido adicionado) atravessa a fase etérea, menos densa e insolúvel em água, chegando à fase aquosa, onde ocorre a mudança de cor.
- Adição de peróxido de hidrogênio a 30% m/m (peridrol): forma-se o chamado "peróxido de cromo", de coloração azul escuro:
[CrO4]2- + 2 H+ + 2 H2O2 = CrO5 + 3 H2O
Este peroxocomposto é extraível pelo éter etílico e também por outros solventes orgânicos como o álcool n-amílico (pentan-1-ol) e acetato de etila. O éter deve estar livre de peróxidos, pois estes interferem no ensaio.
Se o CrO5 não for extraído, decompõe-se rapidamente em meio aquoso, de acordo com a reação presumível:
2 CrO5 + 3 H2O = 2 Cr3+ + 7/2 O2 + 6 OH-
O resultado visual é a liberação de gás (O2) e o a coloração verde da solução aquosa, em contraste com a cor azul da solução etérea, onde o CrO5 persiste por mais tempo.
O grande interesse desse sistema reacional é que seu acompanhamento visual permite o estudo e a constatação de três fenômenos distintos:
- equilíbrio ácido-base (cromato - dicromato, amarelo - laranja);
- extração de um composto por um solvente insolúvel na água (cor azul da fase etérea);
- reação redox envolvendo o CrO5 não extraído (mudança da cor da fase aquosa para verde e desprendimento de O2).


video


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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Governo antecipa 1º leilão do pré-sal para outubro.

Em texto publicado nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial, o Conselho Nacional de Política Energética autoriza a realização da 1ª rodada de licitação da área de petróleo do pré-sal. Desta forma, o Governo antecipa o leilão para outubro deste ano - um mês antes do previsto.


Governo antecipa 1º leilão do pré-sal para outubro | NN - A Mídia do ‬Petróleo



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Modelos Atômicos


Imagem: https://www.facebook.com/quimicacreativacr


Antiguidade

Na antiguidade acreditava-se que dividindo a matéria em pedaços cada vez menores, chegar-se-ia a um ponto onde partículas, cada vez menores, seriam invisíveis ao olho humano e, segundo alguns pensadores, indivisíveis. Graças a essa propriedade, receberam o nome de átomos, termo que significa indivisíveis, em grego. Foi quando surgiu entre os filósofos gregos o termo atomismo.
Parmênides propôs a teoria da unidade e imutabilidade do ser, esta, estava em constante mutação através dos postulados de Heráclito.
O atomismo foi a teoria cujas intuições mais se aproximaram das modernas concepções científicas sobre o modelo atômico.
No século V a.C. Leucipo de Mileto juntamente a seu discípulo Demócrito de Abdera, (400 a.C.), considerado o pai do atomismo grego, discorreram sobre a natureza da matéria de forma elegante e precisa.
Demócrito, propôs que a realidade, o todo, se compõe não só de átomos ou partículas indivisíveis de natureza idêntica, conforme proposto por Parmênides. Demócrito acreditava que o vácuo era um não ente. Esta tese entrou em franca contradição com a ontologia parmenídea.
Heráclito postulava que não-ente (vácuo) e matéria (ente) desde a eternidade interagem entre si dando origem ao movimento. E que os átomos apresentam as propriedades de: forma; movimento; tamanho e impenetrabilidade e, por meio de choques entre si, dão origem a objetos.
Segundo Demócrito a matéria era descontínua, portanto, ao invés dos corpos macroscópicos, os corpos microscópicos, ou átomos não interpenetram-se nem dividem-se, sendo suas mudanças observadas em certos fenômenos físicos e químicos como associações de átomos e suas dissociações e que qualquer matéria é resultado da combinação de átomos dos quatro elementos: ar; fogo; água e terra. Aristóteles, ao contrário de Demócrito, postulou a continuidade da matéria, ou, não constituída por partículas indivisíveis.
Em 60 a.C., Lucrécio compôs o poema De Rerum Natura, que discorria sobre o atomismo de Demócrito.
Os filósofos, porém, adotaram o modelo atômico de Aristóteles, da matéria contínua, que foi seguido pelos pensadores e cientistas até o século XVI d.C.

John Dalton
O professor da universidade inglesa New College de Manchester, John Dalton foi o criador da primeira teoria atômica moderna na passagem do século XVIII para o século XIX.
Em 1803 Dalton publicou o trabalho Absorption of Gases by Water and Other Liquids, (Absorção de gases pela água e outros líquidos), neste delineou os princípios de seu modelo atômico.
Segundo Dalton:
·         Átomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes entre si;
·         Átomos de um mesmo elemento possuem propriedades iguais e de peso invariável;
·         Átomo é a menor porção da matéria, e são esferas maciças e indivisíveis;
·         Nas reações químicas, os átomos permanecem inalterados;
·         Na formação dos compostos, os átomos entram em proporções numéricas fixas 1:1, 1:2, 1:3, 2:3, 2:5 etc.;
·         O peso total de um composto é igual à soma dos pesos dos átomos dos elementos que o constituem.
Em 1808, Dalton propôs a teoria do modelo atômico, onde o átomo é uma minúscula esfera maciça, impenetrável, indestrutível, indivisível e sem carga. Todos os átomos de um mesmo elemento químico são idênticos. Seu modelo atômico foi chamado de modelo atômico da bola de bilhar.
Em 1810 foi publicada a obra New System of Chemical Philosophy (Novo sistema de filosofia química), nesse trabalho havia testes que provavam suas observações, como a lei das pressões parciais, chamada de Lei de Dalton, entre outras relativas à constituição da matéria.
Os átomos são indivisíveis e indestrutíveis;
Existe um número pequeno de elementos químicos diferentes na natureza;
Reunindo átomos iguais ou diferentes nas variadas proporções, podemos formar todas as matérias do universo conhecidas(Como os Diamantes);
Para Dalton, o átomo era um sistema contínuo. Apesar de um modelo simples, Dalton deu um grande passo na elaboração de um modelo atômico, pois foi o que instigou na busca por algumas respostas e proposição de futuros modelos.

Joseph John Thomson

Em 1897, Joseph John Thomson formulou a teoria segundo a qual a matéria, independente de suas propriedades, contém partículas de massa muito menores que o átomo do hidrogênio. Inicialmente denominou-as de corpúsculos, depois conhecidas como elétrons e acreditava que era impossível auto-dividir as partes sem que ocorra um serramento de fissão nuclear no átomo. A demonstração se deu ao comprovar a existência daqueles corpúsculos nos raios catódicos disparados na ampola de crookes (um tubo que continha vácuo), depois da passagem da corrente elétrica. Através de suas experiências, Thomson concluiu que a matéria era formada por um modelo atômico diferente do modelo atômico de Dalton: uma esfera de carga positiva continha corpúsculos (elétrons) de carga negativa distribuídos uniformemente. Tal modelo ficou conhecido como pudim de passas.

Ernest Rutherford

As bases para o desenvolvimento da física nuclear foram lançadas por Ernest Rutherford ao desenvolver sua teoria sobre a estrutura atômica. O cientista estudou por três anos o comportamento dos feixes de partículas ou raios X, além da emissão de radioatividade pelo elemento Urânio. Uma das inúmeras experiências realizadas, foi a que demonstrava o espalhamento das partículas alfa. Esta foi base experimental do modelo atômico do chamado átomo nucleado onde elétrons orbitavam em torno de um núcleo. Durante suas pesquisas Rutherford observou que para cada 10.000 partículas alfa aceleradas incidindo numa lâmina de ouro, apenas uma refletia ou se desviava de sua trajetória. A conclusão foi que o raio de um átomo poderia ser em torno de 10.000 vezes maior que o raio de seu núcleo. Rutherford e Frederick Soddy ainda, descobriram a existência dos raios gama e estabeleceram as leis das transições radioativas das séries do tório, do actínio e do rádio. O modelo atômico de Rutherford ficou conhecido como modelo planetário, pela sua semelhança com a formação do Sistema Solar. Em 1911, Ernest Rutherford propôs o modelo de átomo com movimentos planetários. Este modelo foi estudado e aperfeiçoado por Niels Bohr, que acabou por demonstrar a natureza das partículas alfa como núcleos de hélio.

Niels Bohr

A teoria orbital de Rutherford encontrou uma dificuldade teórica resolvida por Niels Bohr.
No momento em que temos uma carga elétrica negativa composta pelos elétrons girando ao redor de um núcleo de carga positiva, este movimento gera uma perda de energia devido a emissão de radiação constante. Num dado momento, os elétrons vão se aproximar do núcleo num movimento em espiral e cair sobre si.
Em 1911, Niels Bohr publicou uma tese que demonstrava o comportamento eletrônico dos metais. Na mesma época, foi trabalhar com Ernest Rutherford em Manchester, Inglaterra. Lá obteve os dados precisos do modelo atômico, que iriam lhe ajudar posteriormente.
Em 1913, observando as dificuldades do modelo de Rutherford, Bohr intensificou suas pesquisas visando uma solução teórica.
Em 1916, Niels Bohr retornou para Copenhague para atuar como professor de física. Continuando suas pesquisas sobre o modelo atômico de Rutherford.
Em 1920, nomeado diretor do Instituto de Física Teórica, Bohr acabou desenvolvendo um modelo atômico que unificava a teoria atômica de Rutherford e a teoria da mecânica quântica de Max Planck.
Sua teoria consistia que ao girar em torno de um núcleo central, os elétrons deveriam girar em órbitas específicas com níveis energizados. Realizando estudos nos elementos químicos com mais de dois elétrons, concluiu que se tratava de uma organização bem definida em orbitais. Descobriu ainda que as propriedades químicas dos elementos eram determinadas pelo orbital mais externo. Louis Victor Pierre Raymondi (sétimo duque de Broglie), onde todo corpúsculo atômico pode comportar-se de duas formas, como onda e como partícula.

Erwin Schrödinger, Louis Victor de Broglie e Werner Heisenberg

Erwin Schrödinger, Louis Victor de Broglie e Werner Heisenberg, reunindo os conhecimentos de seus predecessores e contemporâneos, acabaram por desenvolver uma nova teoria do modelo atômico, além de postular uma nova visão, chamada de mecânica ondulatória.
Fundamentada na hipótese proposta por Broglie onde todo corpúsculo atômico pode comportar-se como onda e como partícula, Heisenberg, em 1925, postulou o princípio da incerteza.
A ideia de órbita eletrônica acabou por ficar desconexa, sendo substituída pelo conceito de probabilidade de se encontrar num instante qualquer um dado elétron numa determinada região do espaço.
O átomo deixou de ser indivisível como acreditavam filósofos gregos antigos e Dalton. O modelo atômico portanto, passou a se constituir na verdade, de uma estrutura mais complexa.

O atual modelo atômico

Sabe-se que os elétrons possuem carga negativa, massa muito pequena e que se movem em órbitas ao redor do núcleo atômico.
O núcleo atômico é situado no centro do átomo e constituído por prótons que são partículas de Carga elétrica positiva, cuja massa é aproximadamente 1.837 vezes superior a massa do elétron, e por nêutrons, partículas sem carga e com massa ligeiramente superior a dos prótons.
O átomo é eletricamente neutro, por possuir números iguais de elétrons e prótons.
O número de prótons no átomo se chama número atômico, este valor é utilizado para estabelecer o lugar de um determinado elemento na tabela periódica.
A tabela periódica é uma ordenação sistemática dos elementos químicos conhecidos.
Cada elemento se caracteriza por possuir um número de elétrons que se distribuem nos diferentes níveis de energia do átomo correspondente.
Os níveis energéticos ou camadas, são denominados pelos símbolos K, L, M, N, O, P e Q.
Cada camada possui uma quantidade máxima de elétrons. A camada mais próxima do núcleo K, comporta somente dois elétrons; a camada L, imediatamente posterior, oito, M, dezoito, N, trinta e dois, O, trinta e dois, P, dezoito e Q possui oito.
Os elétrons da última camada (mais afastados do núcleo) são responsáveis pelo comportamento químico do elemento, por isso são denominados elétrons de valência.
O número de massa é equivalente à soma do número de prótons e nêutrons presentes no núcleo.
O átomo pode perder elétrons, carregando-se positivamente, é chamado de íon positivo (cátion).
Ao receber elétrons, o átomo se torna negativo, sendo chamado íon negativo (ânion).
O deslocamento dos elétrons provoca uma corrente elétrica, que dá origem a todos os fenômenos relacionados à Eletricidade e ao magnetismo.
No núcleo do átomo existem duas forças de interação a chamada interação nuclear forte, responsável pela coesão do núcleo, e a interação nuclear fraca, ou força forte e força fraca respectivamente.
As forças de interação nuclear são responsáveis pelo comportamento do átomo quase em sua totalidade.
As propriedades físico-químicas de um determinado elemento são predominantemente dadas pela sua configuração eletrônica, principalmente pela estrutura da última camada, ou camada de valência.
As propriedades que são atribuídas aos elementos na tabela, se repetem ciclicamente, por isso se denominou como tabela periódica dos elementos.
Os isótopos são átomos de um mesmo elemento com mesmo número de prótons (podem ter quantidade diferente de nêutrons).
Os isótonos são átomos que possuem o mesmo número de nêutrons
Os isóbaros são átomos que possuem o mesmo número de massa
Através da radioatividade alguns átomos actuam como emissores de radiação nuclear, esta constitui a base do uso da energia atômica.
Erwin Schrödinger, Louis Victor de Broglie e Werner Heisenberg, reunindo os conhecimentos de seus prodecedores e contemporâneos, acabaram por desenvolver uma nova teoria do modelo atômico, além de postular uma nova visão, chamada de Mecânica ondulatória.



Texto extraído de:



terça-feira, 14 de maio de 2013

CUIDADO COM O EXCESSO


Não pense que um colocar excesso de um agente precipitante é uma boa para garantir aquela precipitação perfeita.

De fato, em pequenas quantidades, devido ao efeito do íon comum (o íon precipitante - cátion ou ânion), a solubilidade do precipitado diminui em relação ao solvente puro (no caso, água). Porém, caso se coloque um grande excesso do precipitante, muitos dos sólidos se redissolvem, para desespero dos alunos, devido à formação de complexos solúveis. A agente precipitante passa a atuar como agente complexante.



Na foto superior, da esquerda para a direita, os precipitados de iodetos de prata (AgI), mercúrio(I) (Hg2I2), mercúrio(II) (HgI2), tálio(I) (TlI), chumbo(II) (PbI2) e bismuto(III) (BiI3).

Na foto inferior, após colocar um pouco de KI sólido, ocorrem diferentes comportamentos: os iodetos de prata, mercúrio(II), tálio(I), chumbo(II) e bismuto(III) se redissolvem devido à formação de iodetos complexos ([AgI2]-, di-iodoargentato(I); [HgI42]-, tetraiodomercutato(II); [TlI2]-, di-iodotalato(I); [PbI4]2-, tetraiodoplumbato(II); [BiI4]-, tetraiodobismutato(III). 

Salvo o complexo de bismuto, os demais são incolores ou amarelados. Já o Hg2I2 sofre uma reação chamada dismutação, auto-oxirredução ou desproporcionamento, formando mercúrio metálico e tetraiodomercurato(II): Hg2I2 + 2 KI - Hg + 2K+ + [HgI4]2-. Isso explica a cor acinzentada do tubo de ensaio.


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Desfazendo o mito da combustão da vela


O artigo procura desfazer o entendimento bastante difundido entre professores de ciências e química de que o teor aproximado do oxigênio no ar pode ser satisfatoriamente determinado por meio da combustão de uma vela dentro de um cilindro invertido num recipiente com água. Em seguida, resgata, com importantes adaptações, um método fácil, rápido e econômico para esta determinação.


Acesse o artigo em:

Inscrição para o ENEM 2013.

A inscrição é feita pela internet no link abaixo, site do INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricaoEnem/








terça-feira, 7 de maio de 2013

Ei! Se liga na UFG - Destilação Simples


Varinha mágica II Vídeo explicativo.









Varinha Mágica

Naturalmente, existem muitas reações químicas em que é comum observar uma elevação de temperatura.  Essas reações são conhecidas como exotérmicas cujo calor é liberado quando os reagentes passam produtos. Os reagentes começam com um estado de energia mais alto do que os produtos, então a energia é liberada durante a reação. 

Para saber mais click no link abaixo:

Varinha Mágica


Teste de Chama | Projeto PIBID Química





OFICINA: Teste de Chama | Projeto PIBID Química


Para saber mais consulte também nos links abaixo:
http://www.spq.pt/gqj/chemrus/Teste%20Chama-Julio%20Dantas%20Lagos.pdf
http://pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=787&TESTE+ATOMICO



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tabela Periódica de 1930


TABELA PERIÓDICA DA DÉCADA DE 1930

Se não for a única, é um dos raros exemplos deste tipo de tabela no Brasil. Ela foi desenhada pelo químico alemão Andreas Von Antropoff (1878-1956) em 1926. Ela se destaca pelas cores dos diversos grupos. A partir do 4° período, ela se subdivide em grupos 1A, 1B, 2A, 2B etc., como se vê pelo diagrama das cores, divisão que prevaleceu até 1986 quando a IUPAC adotou o sistema de numeração dos grupos de 1 a 18. Os gases nobres constituem o grupo 0 e a tríade central (grupo VIII) escapa do feixe de cores dos demais grupos. Destaca-se o "neutrônio", elemento hipotético de número atômico zero (elemento desprovido de prótons), anos antes da descoberta do nêutron (1932).


Na tabela assinalam-se os símbolos dos elementos que mudaram de nome: Colúmbio (Nióbio), Masúrio (Tecnécio), Ilínio (Promécio), Alabamino (Astato), Virgínio (Frâncio). O símbolo do Argônio, A, foi mudado para Ar em 1957, e o Ítrio, Yt, para Y. 

São escassos os documentos a respeito desta tabela, mas parece que ela proveio da antiga Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, hoje ela está em uma das salas de aula do Instituto de Química da UFRJ.

Há uma versão da tabela (1934), que aparece emhttp://www.meta-synthesis.com/webbook/35_pt/Taula_restaurada.png

Mais uma contribuição da página no facebook:






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